Biografia teatro música blog imprensa contato comprar cd
adriana capparelli
release críticas fotos em alta resolução


SOBRE O CD BEM MAIS PERTO

João Pessoa Quarta, 06 de Setembro de 2006
Vozes que não podem calar

Ricardo Anísio
Especial para o Show
ricardoanísio@jornalonorte.com.br

...

"Bem + Perto"

Adriana Capparelli é, assim como Maricenne, mais intérprete que cantora. Isso quer dizer que mais que a exatidão ela opta pela emoção, sem comprometer a leitura das canções. Arrojada, ela gravou anteriormente um disco inteiro dedicado a parceria João Bosco-Aldir Blanc, e se deu bem demais. Este "Bem + Perto" que acaba de sair, tem uma seleção de canções excelentes, que vão da irônica "Asma" (Adriana Capparelli - Letícia Coura) a lírica "Cisne", em que Adriana musica um texto de Clarice Lispector.

Pelo meio do caminho tem maravilhas como a inspirada "3 da Madrugada" (Carlos Pinto - Torquato Neto) e a curiosa versão do hit dos Beatles "Day Tripper" (Lennon & McCartney). Outro momento marcante do disco é "De Papel", de Zeca Baleiro e Vanessa Burmagny.

Adriana Capparelli deita e rola em "Asa", de Caetano Veloso, onde resume sua proposta sonora sem exageros de eletrônica, aqui no caso com violão, percussão e baixo acústico bastando para a voz peculiaríssima de Adriana soar ocupando todos os espaços e chamando a atenção para a letra. Aliás, é assim que corre o CD inteiro, com uma cama sonora suave e desplugada para uma voz intensa a forte. É essa força que faz de uma canção de amor como "Outono", do genial José Miguel Wisnik, soar profunda e cortante.

Certamente esse "Bem + Perto" pode causar estranhamento aos leigos e semi-iniciados na MPB alternativa, mas aos ouvidos curiosos que vivem em busca de nomes novos e talentos ousados, é um disco obrigatório.

Blog do Pedro Alexandre Sanches
Abril 23, 2006
... talvez nunca seja tarde para lembrarmos o que foi gravado de bacana e de bacaníssimo no ano musical brasileiro do antigo e já quase esquecido 2005, pois não? Se sim, vai aí a listinha pessoal e impressionista (e alfabética) do pas...

Adriana Capparelli, "bem + perto" (dabliú discos) - cantriz do grupo oficina, adriana semeia tons tristonhos numa mpb de canções próprias, & de outras moças (letícia coura, natalia mallo, vanessa bumagny), & de outros moços (zeca baleiro, torquato, caetano) etc. & tal & coisa.

Musiqualidade (Infonet)
Rubens Lisboa
13/03/2006

Depois de um excelente primeiro disco lançado em 1999 e totalmente voltado para a obra de Aldir Blanc (o CD “Pequeno Circo Íntimo”), a cantora e atriz Adriana Capparelli lança o seu segundo álbum, desta vez misturando composições próprias com outras de compositores alheios. O trabalho, um lançamento da pequena gravadora Dabliú, recebeu o sugestivo título de “Bem Mais Perto” e mostra uma intérprete vigorosa e afinada. O seu lado de atriz transparece nítido em faixas como “3 da Madrugada”, uma das melhores do CD, na qual Adriana dá a dimensão exata de emoção a cada palavra da letra. Há belas regravações de Caetano Veloso (“Asa”, da fase experimentalista do baiano, compositor de quem Adriana já havia gravado, de forma magnífica e especialmente para a trilha sonora da novela global “Zazá”, a bela canção “Escândalo”), de Zé Miguel Wisnik (a melancólica “Outono”) e dos Beatles (a menos conhecida “Day Tripper”). Adriana musicou textos fortes da escritora Clarice Lispector (“Cisne”) e do teatrólogo Plínio Marcos (“A Pomba Roxa Ardente”), com resultados bem satisfatórios. Também de sua lavra merece destaque a criativa “Asma” (parceria com Letícia Coura). Outras canções bastante interessantes são “Décadas” (de Natália Mallo) e “De Papel” (parceria de Zeca Baleiro e Vanessa Bumagny). Vale a pena conhecer o trabalho dessa visceral cantora!

Ziriguidum – 13/03/2006

Adriana Capparelli estréia suas composições
Atriz e cantora mostra, pela primeira vez, sua própria música

por Beto Feitosa

Atriz/cantora, cantora/atriz, a ordem não importa, uma funciona a serviço da outra. Adriana Capparelli é dessa turma que transita pelo teatro musical e pelas notas de sua música com desenvoltura. Suas primeiras composições são mostradas no CD Bem + perto, lançamento da Dabliú Discos.
No papel de atriz, Adriana já colocou a voz à serviço de personagens em peças como Hair, com Jorge Fernando, Master class, com Marília Pêra, além das obras de Chico Buarque Ópera do malandro e Gota d'água. Atualmente faz parte do elenco de Os sertões, produção do Teatro Oficina de Zé Celso Martinez Corrêa.
Em 2000 lançou o CD Pequeno circo íntimo, vasculhando a imensa obra de Aldir Blanc. A atriz entrou de cabeça no trabalho, que teve cada palavra minuciosamente estudada e preparada. O bem sucedido show teve duas longas temporadas e emocionou o autor das canções.
Esse segundo CD coloca a cantora no papel principal, sua voz agora é própria e as palavras são dela. Os arranjos crus abrem a intimidade de Adriana, que apresenta sua porção pop.
A produção foi toda feita entre os amigos Natália Mallo e Renato Commi, esse clima à vontade passa no disco em arranjos leves e acústicos. Parcerias com Letícia Coura e até com Plínio Marcos e Clarice Lispector dão a dica do universo de Adriana que também traz músicas de Caetano Veloso (Asa), Zeca Baleiro e Vanessa Bumagny (De papel) e resgata uma pérola off-tropicalista do esquecido Torquato Neto, Três da madrugada, parceria com Carlos Pinto.
Adriana Capparelli deixa as personagens de lado e se mostra um pouco mais. A cantora dando voz a compositora, uma nova possibilidade, um novo caminho, uma nova artista.

01 de Fevereiro de 2006. Fortaleza, Ceará.

ADRIANA CAPPARELLI:
uma das boas revelações femininas da música brasileira

BEM MAIS POP

“Asma” (Adriana Capparelli e Letícia Coura) e sua leitura de “Day tripper” (Lennon/Mc  Cartney) sugerem a influência de Cássia Eller, mas o pop de Adriana Capparelli revela uma textura mais para Adriana Calcanhotto. A cantora, compositora e atriz paulista é um dos achados da nova lavra feminina da música brasileira. Com atuações em produções como “Bacantes”, “Hair” e “Os Sertões”, ela demonstra intimidade com a palavra oral, em canções como “Todo dia” (Letícia Coura) ou “3 da madrugada” (Carlos Pinto/Torquato Neto). Dramaticidade evidente ainda em “Cisne” e “A pomba roxa ardente”, em torno de textos de Clarice Lispector e Plínio Marcos. Há muita sensualidade e intimidade nas letras e arranjos fortes desta sua produção, ao lado de Renato Commi e de Natalia Mallo, do grupo Trash pour 4. A moça já lançara “Pequeno Circo Íntimo”, um tributo a Aldir Blanc, mas esta é sua estréia, digamos, pessoal. Sua força intimista crua se mostra ainda em canções como a sua “Asas do desejo” e ainda, “De papel” (Zeca Baleiro e Vanessa Bumagny) e “Outono” (Zé Miguel Wisnik).

Revista Isto é (11 de janeiro de 2006)

Divulgação

 

Dueto: Adriana, atriz e cantora

 

Divulgação

Divulgação

 

Música

Canto suave

Adriana Capparelli se solta
em Bem + perto

Divulgação

Luiz Chagas

Cantoras-atrizes são um perigo. Às vezes exageram na dramaticidade. Sentir não é emitir e o público acaba perdendo dos dois lados. Quem assistiu a Adriana Capparelli nas versões para os musicais de Chico Buarque dirigidas por Gabriel Vilela percebeu que, nela, voz e presença se amoldam. Não é à toa que em Ópera do malandro repetiu o papel de Elba Ramalho. É impossível dissociar a interpretação de Elba, a cantora, na canção O meu amor, o que não ocorre com Marieta Severo, a atriz. E é um dueto.
Depois de uma estréia tímida em disco com Pequeno circo íntimo, dedicado a Aldir Blanc, Adriana reaparece mais solta em Bem + perto (Dabliú Discos). Tanto é que alterna parcerias com Letícia Coura com apropriações de textos de Plínio Marcos e Clarice Lispector, e composições alheias de Torquato Neto ou Zé Miguel Wisnik sem perder o tom. A beatliana Day tripper soa desnecessária diante de Asa, de Caetano Veloso, literalmente celeste. Os músicos são de primeira, Renato Commi, Natália Mallo, Pedro Macedo, Zeca Loureiro e Ricardo Garcia. De +.

 

São Paulo, sexta-feira, 21 de outubro de 2005 Divulgação

 

Divulgação

 

NAS LOJAS

MPB
BEM + PERTO
 Divulgação Divulgação Divulgação
ADRIANA CAPPARELLI
Entre o belo "Pequeno Circo Íntimo", dedicado à obra de Aldir Blanc, e este novo "Bem + Perto", passaram-se cerca de cinco anos e oito espetáculos teatrais. A atriz paulista Adriana Capparelli dá vez a uma cantora mais amadurecida, com coragem para se inserir no repertório. A sua "Asas do Desejo" e as duas parcerias com Letícia Coura -"Asma", "Por que (Não) Ir?"- são bons momentos de voz e composição do disco, assim como é feliz a aposta em "Décadas", de Natalia Mallo.
POR QUE OUVIR: Apesar da deslocada presença da canção "Day Tripper" (de John Lennon & Paul McCartney), o CD tem uma ternura que consegue ser cativante sem se tornar melosa. A dilacerada "3 da Madrugada" (parceria de Carlos Pinto e Torquato Neto) ganha linda versão na voz de Adriana. (LUIZ FERNANDO VIANNA)
GRAVADORA: Dabliú.
QUANTO: R$ 22, em média.


TEATRO

... “Teria valido ver a peça ainda que fosse só para ouvir Adriana Capparelli no papel de Verônica. Sua voz é tão cálida quanto é gélida a sua imagem de mulher envolta num véu negro. As mulheres em  “A LUTA” são particularmente impressionantes”...

Betty Milan – Folha de São Paulo – Ilustrada (14 de maio de 2005)

... “Por isso, Os sertões é, como Zé Celso queria que fosse, um coro no qual, se soubéssemos as palavras, gostaríamos de entrar.
Falando em coro, as duas vozes que puxam o samba do Oficina são diferentes e ambas primorosas: a de Letícia Coura e a de Adriana Capparelli.  Não podendo estar em São Paulo na estréia, enfiei na mala um disco de cada uma (Letícia Coura Canta Boris Vian e, de Adriana, Pequeno Circo Íntimo). Na noite do dia 13, para me consolar, escutarei os dois.”

Contardo Calligaris – Folha de São Paulo – Ilustrada ( 4 de dezembro de 2003)

... “A utilização de procedimentos que remontam aos anos 60 – nudez, participação festiva da platéia, auto-referência explícita e por vezes anacrônica – faz com que seus detratores não enxerguem o essencial. No conteúdo, Zé Celso faz uma ponte com nossa melhor tradição – Euclides, Sergio Buarque de Holanda, Caio Prado Júnior – num aggiornamento que não é vulgarizado. Na forma, ele cria o verdadeiro musical brasileiro.  Um misto de cantata , coro dionisíaco e cantiga de roda. E ainda se dá ao luxo de ter no mesmo elenco Adriana Capparelli e Letícia Coura. Algo assim como ter Andrea Marcovicci e Bernadette Peters fazendo coro. (Se alguém duvida, basta escutar os preciosos discos de estréia, nos quais Adriana só canta Aldir Blanc e Letícia recria Boris Vian. Outro caso em que a opção pelo repertório, como em Maria Rita, já as coloca a anos luz de sua geração.)”...

Aimar Labaki  -  Revista Bravo (dezembro de 2003)

...“Em De Profundis, outro elemento importante para o resultado são as interpretações.  Adriana Capparelli empresta sua voz privilegiada e sua densidade à figura da Música.”...

Alberto Guzik – O Estado de São Paulo (14/06/2002)

...“ ‘Wild’Stories’ envolve o espectador em clima de luz negra e embalado com a voz rica de efeitos de Adriana Capparelli.”...

Mônica Rodrigues da Costa – Folha de São Paulo (02/05/2002)


SOBRE O SHOW E CD PEQUENO CIRCO ÍNTIMO

... “São duas cantoras-atrizes de forte personalidade cênica na tradicão  dos cafés-concerto europeus. Letícia –voz delicada  e humor levemente melancólico fez Letícia Coura Canta Boris Vian, enfim a descoberta do poeta, dramaturgo e músico. Em Pequeno Circo Íntimo, Adriana Capparelli estabelece um clima sensual e provocador para o estilo ‘torturante bandaid’ de Aldir Blanc. As duas estão ótimas e se completam. No palco, fica-se a um passo do sorriso sutil e a expressão sonhadora de Letícia e da sedução irônica de Adriana. Aconselha-se, então, tê-las em CD e vê-las ao vivo.”...

Jefferson Del Rios - Revista Bravo (maio 2001)

“Seja no palco como atriz, seja no papel de cantora, o negócio de Adriana Capparelli é interpretar. De preferência quando pode mostrar qualidade como faz atualmente no TBC, onde encara dois espetáculos numa boa. Como Lúcia, amante de Max em  ‘Ópera do Malandro’ ela solta a voz cantando e interpretando o texto de Chico Buarque. Mal  as cortinas se fecham vem com o show ‘Pequeno Circo Íntimo’ onde canta e dá vida aos personagens das canções de Aldir Blanc.”

Joyce Pascowith – Glamurama Gente (25/10/2000)

“A gente se conheceu hoje e sentiu essa imensa simpatia toda que parece vir de muito antes. Sou herege, ateu, nada místico, detesto Paulo Coelho, sou completamente descrente mas ela é maravilhosa. Parece que já nos conhecíamos. Fiquei muito comovido.... Muito mais do que um sorriso, esse disco me provocou um branco. Fiquei tonto. É muito bacana ela gravar músicas que já são consideradas clássicas depois das versões de Nana Caymmi e Elis Regina. Nos Estados Unidos todo mundo canta tudo, aqui parece que ficam com medo. Só perde pênalti quem se apresenta para bater... Elis Regina ficaria comovida se ouvisse a versão de Adriana para Bodas de Prata. A própria Denúncia Vazia, que é uma música complicada e tem uma versão que a Nana apresenta há muitos anos... Sem falar na Resposta ao Tempo, que Adriana também retoma muito bem... Se falar mal dela na rua, agora, perto de mim, eu brigo.”

Aldir Blanc em entrevista para o Jornal do Brasil  (31/03/2000)

“Em Pequeno Circo Íntimo (Dabliú) a cantriz Adriana Capparelli descobriu aquele óbvio ululante de que falava o teatrólogo Nelson Rodrigues. Dedicou as 14 faixas do CD à obra do genial poeta Aldir Blanc que, em muitas letras, emprega evidente carpintaria teatral. São pequenas peças de intenso conteúdo dramático repletas de sutilezas, ideais para quem conjuga as inflexões da fala e do canto.”... “Adriana arma seu circo de intérprete dosando densidade e coloquialismo. Uma estréia para várias cortinas.”

Tárik de Souza – Jornal do Brasil (31/03/2000)

“Adriana Capparelli tem a voz sob medida para as letras de Aldir Blanc”... “Coube a Adriana o desafio de recriar canções de Aldir já gravadas por Elis, Zizi Possi, Nana Caymmi, Leila Pinheiro. Não ficou devendo nada.”

Aluízio Falcão – Revista Isto é Gente (13/03/2000)

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

_www.adrianacapparelli.com